Carnaval Antigo Conservatória

Conservatória sem dúvidas foi uma cidade muito importante no Ciclo do Café na acensão comercial colonial por sua proximidade com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais ficando depois destes ficou isolada e tornando-se uma cidadezinha calma e vivendo praticamente do turismo cultural e ecológico.
A

Ciranda Turismo, estará participando do CARNAVAL ANTIGO e convidamos vocês e sua família para participarem de 2 dias incríveis vivendo o genuíno carnaval de rua!

DATA: 19/10 BATE E VOLTA

PONTO DE ENCONTRO: Central do Brasil

HORÁRIO: 8:00
(tolerância de 15 minutos, faremos apenas 1 parada na Rodoviária de Piraí)

REFEIÇOES: livres

GUIA LOCAL ( Embarcará na Rodoviária de Barra do Piraí)
GUIA ACOMPANHANTE (O guia acompanhante sairá junto com o grupo do Rio de Janeiro)

*************VALORES: ( a definir )**********


Mais informações: 21-992920744

OBS: Termos, condições e normas CADASTUR será avisado, assim que lançarmos a precificação.


Um pouco da História da Cidade de Conservatória:
Conservatória cresceu e prosperou durante o ciclo do café da economia brasileira, a partir do século XIX. A cidade, hoje distrito do município de Valença, foi um importante elo na produção e circulação do produto, abrigando mais de 100 fazendas que plantavam o café e o escoavam pelo antigo caminho ferroviário que vinha das Minas Gerais e ia para a Corte, na cidade do Rio de Janeiro, de onde seguia para o porto e outras cidades do país.

O primeiro registro da localidade data do final do século XVIII, a partir de um relato de 1789, em que Conservatória era reserva dos índios Araris, "elegantes e desembaraçados", segundo o naturista Saint Adolph, um dos primeiros historiadores a registrar o fato. Diversas histórias justificam a origem do nome, sendo que a mais corriqueira diz que o lugar era conhecido como "Conservatório dos índios", um lugar de excelente clima e protegido por montanhas, onde os Araris se recolhiam para se recuperar de doenças que dizimavam as tribos e local no qual resolveram se instalar definitivamente. Em 1826, existiam cerca de 1.400 índios aldeados na reserva, vivendo felizes no lugar de onde seriam exterminados pelos desbravadores colonialistas. Vestígios dos Araris, como artefatos em cerâmica e algumas ossadas, já foram encontrados em escavações feitas em diversos locais da região.

Serenata e paixão
A prosperidade econômica do final do século XIX deu início a outra tradição na vila: a das serenatas - a música cantada sob o sereno.

Um dos grandes motivadores da tradição da música na cidade é o Museu da Seresta, que tem acervo de músicas de serestas, criado pelos irmãos Joubert Cortines de Freitas e José Borges de Freitas Neto, já falecidos, e reunindo os seresteiros às sextas-feiras e sábados à noite, que de lá saem para cultivar o hábito, raramente quebrado, de cantar pelas ruas da cidade.

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Rua Almeida e Sousa 66, 21745310
Rio de Janeiro
20 Outubro , Sábado 08:00
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